portugues (Portuguese)
Além de ser
um acontecimento que mudou o mundo e a vida, como nós a conhecemos, o
11 de setembro foi um desastre ambiental de proporções épicas.
Centenas de toneladas de amianto foram pulverizadas em partículas inusitadamente
pequenas cuja nuvem foi levada a diversas milhas, ao Brooklyn e mais além.
As torres também continham aproximadamente 50 mil computadores, cada
um feito com quatro a doze libras de chumbo. As dezenas de milhares de
lâmpadas fluorescentes continham, cada uma, mercúrio suficiente
para contaminhar um quarto de uma quadra urbana. PCBs atingiram 75 mil
vezes sua marca máxima anterior: ["Detectaram-se PCBs em altas
concentrações. A Equivalência Tóxica (TEQ)...
é 151pg/litro. Em trabalho prévio no porto ... a concentração
máxima observada de TEQ de PCB era de 0.002 pg/litro." Relatório
da EPA de 20 de setembro, citado em "Fallout" Gonzalez, Juan] Os
detectores de fumaça continham amerício 241 radioativo. (Analista
de Políticas da EPA, Hugh Kaufman). No início de outubro
de 2001, Dr. Thomas Cahill da Universidade de Davis, na California, encontrou
níveis de particulados muito finos e ultra-finos que foram os mais elevados
que ele já havia visto em 7 mil amostras coletadas em todo o mundo, inclusive
junto a campos de petróleo em chamas no Kuwait. Meses após
o desastre a EPA registrou níveis até então jamais vistos
de dioxina.